Pages

28 de junho de 2013

Gifs - Enrolados

INDEFINITE HAITUS



Gente... quer coisinha mais fofinha que esse filme? Disney é mágico, faz a gente se sentir em um conto de fadas a cada filme. Naqueles dias que nos sentimos o mosquito do cocô do cavalo do bandido um lixo, é só apertar o play e já somos uma princesa, uma fada... (ou um príncipe, um fado ou um pirilampo...)

Enfim, para alegrar o dia (a noite?) de vocês, alguns gifs do filme Enrolados pra vocês! E se demorar pra carregar não me culpem! A culpa é do computador de vocês... 

Disney Love

- Tangled Cutie. (:

Tumblr

una carta con tinta azul

INDEFINITE HAITUS

Paulinha

27 de junho de 2013

Crônica - A Garota Que Tinha Medo do Amor

Facebook



Celeste era uma garota incomum. Nem bonita, nem feia. Simpática? Talvez meio afetada. Amiga de todo mundo, amava sua vida. O que a diferenciava de outras garotas da sua idade era o medo de amar. Não daquela forma clichê de "tenho medo de me machucar", mas de uma forma diferente. Celeste tinha medo de amar, tinha medo do amor. Oportunidades não faltavam mas, por mais que ela gostasse do garoto ela o recusava. Sempre que estava próxima do seu primeiro beijo, ela passava mal. Não aquele passar mal de mãos geladas e nervosismo. Ela passava mal pra valer, de ter que ir ao médico. Mas nunca falava nada porque, o que ela diria? Estou com a doença do amor? 

Em uma manhã de inverno, Celeste se olhou no espelho, passou a mão em seus cabelos castanho-escuros e pensou alto: "É, Celeste... você tem que dar um jeito nesse seu medo...". Vestiu seu uniforme, bebeu um pouco de chocolate quente com marshmallows - seu favorito - , dispensou a carona do irmão e foi para a escola a pé no seu ritmo, digamos, nada rápido.

Foi caminhando e pensando nas vezes passadas que recusara o beijo de um garoto, ou alguma vez que alguém tinha se dito apaixonado por ela. Quando isso acontecia, já era certo que Celeste tentaria apagar a pessoa da sua vida o mais rápido possível. Deletava nas redes sociais, bloqueava o número no telefone e, se fosse alguém que convivia diariamente, mal dizia um bom dia. Ela não sabia o motivo disso. Talvez ainda fosse imatura demais para trocar a boneca por beijos? Sua mãe dizia: "Anjinho, para com essa noia! Amar é muito bom, você vai ver." Celeste também tinha medo da relação de seus pais, com certeza. Sempre que ela tinha a chance de "gastar" seu primeiro beijo, ela ficava pensando na sua infância.

Perdida em seus devaneios, e andando meio que automaticamente em direção à escola,  acabou trombando em Thomas, seu melhor amigo. Ele nunca negou ser apaixonado por Celeste e, aliás, já disse isso pra ela várias vezes. Quando eram menores eles faziam planos para o casamento dos dois, mas quando Celeste percebeu que era pra valer mesmo a história dos dois namorarem ela sempre desviava do assunto, o que fez com que Thomas parasse. Mas voltando ao enredo...
- Desculpa, Celestial! (ele sempre a chamou dessa maneira por causa do nome)
- Sem problemas, Tho....
Foi nesse momento, nessa troca de olhares que Celeste percebeu algo muito importante. Algo que mudaria sua vida de uma vez por todas. Thomas era quem ela sempre quis. Era uma pessoa que sabia do seu medo, era uma pessoa que viveu na sua infância, era uma pessoa que seus pais adoravam, era uma pessoa incrível, era a pessoa quem ela amava sem medo. 

Alguns segundos depois da troca de olhares Celeste teve seu primeiro beijo. Não aquele que ela esperava, como no Diário da Princesa em que todas as luzes do jardim e as fontes ligam enquanto Mia e Michael  se beijam. Na verdade, não era nada romântico com aquelas crianças do fundamental gritando no fundo, o sinal do início das aulas tocando e o porteiro gritando um "Separa!!" meio abafado pelo barulho em volta... mas para Celeste era um beijo perfeito. E para Thomas, era um beijo celestial.

Paulinha

Vans

VANS OFF THE WALL <3 | via Facebook


Vocês conhecem aquele tênis Vans? Eu acho muito muito lindo! Minha paixão começou em 2012 (ano passado) quando eu sempre colocava nos looks que eu fazia no Polyvore (aliás, Polyvore é divino). E então minha tia decidiu me dar o meu presente (ausente) de aniversário que estava atrasado. Como eu sou uma pessoa muito legal eu só pedi o tênis (legal, hein?) e fui com ela pro shopping escolher. Detalhe: Eu não sabia nem o nome do sapato, quem dirá o preço.

Cheguei toda linda e perfumada na Itapuã e perguntei pra vendedora simpática: "Você tem aquele tênis... o Canvas?" (ok, isso passou do limite do ridículo, mas fazer o que? Era o que estava escrito no -não mais tão divino- Polyvore). A vendedora toda sem graça me respondeu: "Bom, hehe... Tem alguma foto dele?" e eu tinha (yay).

A partir daí, eu fui na loja que ela indicou, minha tia comprou o tênis (um roxo) e eu saí feliz da vida, apaixonada e louquinha para usar meu bebê novo. Tomamos um sorvete, eu fui ao banheiro, minha tia pagou o estacionamento, entramos no carro, ligamos o rádio na Katy Perry (diva) e eu falei com minha tia: "Ô tia, eu gostei tanto desse tênis que nem vou tirar mais do pé". Pra quê, meu Deus... pra quê? Minha tia então falou: "Você tá achando que já vai poder andar com isso aí? É seu presente de NATAL!" (masoq?) 

Beleza então tive que esperar até 25 de Dezembro (data linda) pra usar meu Vans mas, mesmo assim, me apaixonei (aaaê). Hoje, eu tenho dois Vans e meio (e meio?) Dois Vans mesmo, e o outro é um modelo que chama Divine da H&M.

Paulinha